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Doença de Parkinson: fisioterapia neurológica tem papel primordial

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A doença de Parkinson é uma doença neurológica degenerativa e progressiva

A doença de Parkinson tem como característica principal o distúrbio motor. Sendo esse distúrbio caracterizado por alterações motoras como desequilíbrio, alteração de marcha, instabilidade postural, lentidão de movimento, rigidez muscular, tremores, diminuição da capacidade pulmonar que resultam na perda da qualidade de vida desses pacientes.

“A fisioterapia neurológica tem papel primordial para melhora da qualidade de vida desses pacientes, tendo como objetivo não só tratar os distúrbios apresentados por essa doença como também estabelecer metas de prevenção tentando evitar a evolução e possíveis complicações.

O tratamento fisioterápico deve ser realizado de forma contínua com alongamentos, exercícios para coordenação motora, equilíbrio e treino de marcha, exercícios para melhora da força muscular e mobilizações das articulações”, informa a fisioterapeuta Luciana Mattoso Vitola, staff do serviço de reabilitação física do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Segundo ela, os benefícios da fisioterapia neurológica, essenciais para a vida desses pacientes, reduz a rigidez e melhora a mobilidade das articulações.

“Com o tratamento para melhora da marcha e equilíbrio, vamos reduzir a probabilidade de queda, lembrando que muitos desses paciente tem diminuição da densidade da massa óssea (osteopenia-osteoporose), portanto com maior risco de fratura. Melhorando a força muscular o paciente tem mais liberdade para realizar suas atividades de vida diárias e apresenta melhora na sua postura e consequentemente melhora da marcha e do equilíbrio”, acrescenta a fisioterapeuta.


Ortopedista do CREB explica como se dá o envelhecimento ósseo

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O osso é formado por fibras compactadas e flexíveis (denominadas colágeno), endurecidas por cálcio e fósforo, tendo a função de suportar o estresse mecânico de atividades como caminhar, correr e pular. Mas como os ossos mudam à medida que a gente envelhece?

De acordo com o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o osso é um tecido vivo que se renova constantemente.

  • Há a formação de células ósseas novas em substituição a células ósseas mais velhas que são removidas. O nome disso é metabolismo ósseo. Na infância e adolescência, o acúmulo ósseo ultrapassa a remoção ou a perda óssea. No início dos 20 anos, a densidade de minerais, tais como o cálcio atinge o pico em seus ossos. É o que chamamos de pico de massa óssea e tal fenômeno ocorre em todos os indivíduos que tiveram um consumo adequado de derivados de leite na infância – explica ele.

A perda óssea natural acelera na meia-idade

Mas, afinal, o que acontece com o passar da idade? O ortopedista do CREB explica que a perda óssea natural acelera na meia-idade. E que isto ocorre especialmente em mulheres na menopausa, com idades entre 55 e 65 anos, à medida que os níveis de estrogênio diminuem.

  • Para os homens, a perda é mais gradual pelos efeitos da testosterona. Mas aos 65 anos, a taxa de perda óssea se iguala a homens e mulheres. Pelo resto da vida, a massa óssea diminui gradualmente, de forma silenciosa, não causando sintomas clínicos. Podendo resultar em osteopenia, que é um estágio inicial de perda de massa óssea e evoluir para osteoporose, a qual pode levar a fratura óssea espontânea – afirma o Dr. Bruno.

Segundo ele, é fundamental realizar a prevenção. Mulheres na pós-menopausa devem procurar um reumatologista para realizar anualmente o exame de densitometria óssea, método capaz de avaliar a massa óssea e diagnosticar a presença de osteopenia e/ou osteoporose. Homens também devem realizar essa avaliação. O Dr. Bruno pontua que o exame é indolor, rápido e que está disponível no CREB.


Rica em cálcio, a couve ajuda a prevenir a osteoporose

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Tão comum na mesa do brasileiro, de norte a sul do país, e acompanhamento obrigatório na feijoada, a couve é uma verdura com propriedades especiais, que ajuda a prevenir a osteoporose. “A couve é uma verdura muito rica em cálcio, tão fundamental para quem sofre de osteoporose. Se não bastasse, também é rica em ferro, o que é ótimo contra a anemia, tem vitamina C, que combate resfriados e melhora a imunidade, e ainda é rica em B12, importante na prevenção da doença de Alzheimer”, explica o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O ideal, diz o médico, é que a verdura seja ingerida crua, para que todos os seus nutrientes sejam mantidos. Neste caso, uma boa dica é fazer um suco com três folhas da verdura. “Muita gente bate a couve com laranja. Outra receita gostosa é bater couve, suco de laranja, maçã e cenoura. Fica gostoso e faz muito bem. Mas quem prefere comer a couve refogada o ideal é colocá-la ao fogo por apenas 30 segundos. É o suficiente”, ensina o Dr. Eduardo Sadigurschi, lembrando que a couve também faz bem para a memória.

– A Couve é um alimento muito importante para a terceira idade. Ajuda na busca por uma qualidade de vida melhor – finaliza o médico.



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